segunda-feira, 3 de junho de 2013
Especialista fala sobre as técnicas de negociação mais modernas que existem
A profissão de vendedor vem se aprimorando a cada ano. Aquela antiga percepção de que para ser vendedor bastava ser “bom de papo” não existe mais. Aqueles velhos clichês e fórmulas batidas de vendas não funcionam mais, é necessário obter técnica e conhecimento.
Atualmente o processo de vendas é estudado e o profissional da área trabalha muito com planejamento estratégico. O investimento é destinar o tempo em aprender sobre o mercado no qual se atua, utilizando de táticas para alcançar melhores resultados.
Por isso, trouxe uma das metodologias mais modernas, baseada no MNCA (Modelo de Negociação por Cognição Acompanhada), um estudo que analisa e divide o processo de compra do cliente em três partes, possibilitando ao vendedor maior poder de negociação e condução de todo o procedimento de vendas, até a tomada de decisão do comprador.
As três fases do estudo do processo de compra e tomada de decisão são:
1. Ativar a necessidade e buscar soluções: após esse primeiro estágio, a venda se concretiza a partir da certeza de que a solução será alcançada com a compra de um produto ou serviço.
2. Reconhecer que tem um problema e que ele precisa ser resolvido: E passado o segundo estágio, no qual nos convencemos de que aquela compra resolverá nossos problemas, nos preocupamos com a análise de risco e preço, pensamos na possibilidade de ter um produto ou uma oferta melhor.
3. Saber tudo sobre o produto/serviço e estar pronto para adotá-lo como solução: Somente transpassando esses três passos, é que o processo de venda é finalizado e o vendedor profissional deve ser capaz de enxergar todo este procedimento.
Por: Carlos Cruz
Carlos Cruz é vendedor profissional, treinador de vendas e diretor do Instituto Brasileiro de Vendas (IBVendas)
Fonte: Exame
sábado, 1 de junho de 2013
Roberto Justus dá a primeira grande lição das vendas e negócios.
Roberto Justus dá a primeira grande lição das vendas e negócios.
Veja este vídeo e aprenda que para vender o seu produto você precisa acreditar nele.
Acredite na empesa, acredite no produto, acredite no negócio e acredite em você!
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Acredite na empesa, acredite no produto, acredite no negócio e acredite em você!
10 atitudes de um vendedor de sucesso
Vendedor 3.0, inicio de mês e semana começando, então pra te ajudar a alavancar nas suas vendas trouxemos esse vídeo que mostra 10 atitudes de um vendedor de sucesso.
1. Foco
2. Motivação
3. Iniciativa
4. Criatividade
5. Inteligência Emocional
6. Ética
7. Comprometimento
8. Resiliência
9. Persistência
10. Autodesenvolvimento
Para ser um bom vendedor, é preciso estar sempre melhorando. Sempre querer mais.
Vendedor 3.0, queira mais, seja mais, ganhe mais… Venda mais! ;)
quinta-feira, 30 de maio de 2013
Sarah Jessica Parker estreia nova campanha da Esponsende
Para quem é fã de Sarah Jessica Parker, atriz de blockbuster como "Sex and the City", "Noite de Ano Novo", "Não Sei Como Ela Consegue" dentre outras super produções de Hollywood estreou nessa noite de quinta, horário nobre Globo, a nova campanha da Esposende Calçados.
No filme a atriz se relaciona com duas fãs que estão no cinema. Além de alguns elogios a beleza da atriz, uma das protagonistas do comercial ressaltam a beleza do sapato de Sarah, quando ela diz que "vem que na Esponsende tem".
Veja filme:
E ai, gostaram?
quarta-feira, 29 de maio de 2013
Max Gehringer recomenda estudo aliado à experiência
Estudar muito, aliando com a experiência no mercado de trabalho - que pode ser por meio de um estágio. Esta foi uma das principais dicas dadas pelo consultor Max Gehringer em palestra do Experience Day (Eday) , que ocorreu, na noite de ontem, em Fortaleza, na Faculdade Nordeste - Fanor.O palestrante, consagrado em 1999 como um dos 30 Executivos Mais Cobiçados do Mercado, pelo jornal Gazeta Mercantil, abordou sobre sua vasta experiência para mostrar aos jovens universitários os caminhos para o sucesso profissional.
"A primeira dica é estudar, que é essencial. Quem não estudar vai ter problemas para conseguir um emprego, para passar em concursos, abrir o próprio negócio", afirmou Gehringer à reportagem. Sobre experiência no mercado de trabalho, ele ressaltou que a busca deve iniciar cedo. "É importante começar a adquirir experiência profissional em uma ONG, uma empresa - mesmo da família ou vizinho - para ter as primeiras noções sobre o que é uma organização, sobre disciplina e hierarquia".
Segundo ele, os erros mais comuns cometidos pelos jovens no mercado de trabalho é criar inimizade com pessoas em hierarquia acima e formar opiniões negativas sobre os colegas logo nos primeiros dias de trabalho. Além disso, ele reforça que os três primeiros meses de teste são fundamentais para mostrar a empatia entre o empregado e a empresa.
"Os primeiros trabalhos passados, por vezes, não exigem conhecimento muito grande, são simples, e os jovens reclamam dessa falta de confiança. Porém, é a oportunidade para mostrar que é o mais rápido e que é o melhor", disse. Gehringer.
Carreira
Para a escolha da profissão, ele ressaltou que a falta de uma estatística que apresente ao jovem quantos dos formados conseguem uma vaga no mercado pode dificultar a escolha. Contudo, ele reforça que, mesmo em áreas "saturadas", é possível se destacar com algumas posturas.
Fonte: http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1273006
terça-feira, 28 de maio de 2013
Como o marketing digital pode ajudar seu negócio
Com mais especialização nesta área, as pequenas empresas ganham novas oportunidades

Muitas pequenas empresas e startups alcançam um novo patamar quando prestam mais atenção no comportamento dos consumidores online. Com custos mais acessíveis, o marketing digital se tornou um aliado para aumentar as vendas desses negócios.
Se o empreendedor se dedicar, consegue começar este trabalho de divulgação sozinho, criando perfis em redes sociais que combinem com seu público e criando um site amigável para o usuário.
Há, no entanto, mais possibilidades para fazer o negócio aparecer online que exigem esforços e, muitas vezes, um funcionário dedicado a isso. Em épocas de rede social, o cliente quer o retorno cada vez mais rápido e eficiente, a qualquer hora do dia.
1. Produza conteúdo
Uma boa ferramenta para atrair clientes é produzir conteúdo, livre de propagandas do seu produto, e virar referência na sua área de atuação. “O que mais funciona, até porque pouca gente faz, é conteúdo educativo sobre o tema do seu negócio. O resultado em tração de potenciais clientes e até na conversão é muito grande”, explica Eric Santos, CEO da Resultados Digitais, empresa focada em marketing digital para pequenas empresas.
2. Use bem as redes sociais
Quem já atua nas redes sociais sabe como este canal é relevante para pequenas empresas. Não basta ter um perfil, é preciso usá-lo com estratégia. Para Tiago Luz, co-fundador da infracommerce, o trabalho vai além de ter muitos fãs ou seguidores, é preciso criar engajamento. “Se você erra, admita que errou. Quando você trata bem o cliente, a coisa funciona”, diz Luz.
3. Pense no curto e no longo prazo
A criação de conteúdo em um blog da empresa costuma dar retorno no longo prazo, quando o negócio ganha fama por ser especializado em sua área. “Ser referência não acontece do dia para noite. Por outro lado, tem uma série de coisas que dão resultado no curto prazo. Uma delas é a compra de mídia, como investir em Google Adwords ou no Facebook. Isso permite ganhar fôlego para trabalhar as estratégias de longo prazo de forma correta”, ensina o CEO da Resultados Digitais.
4. Observe o mobile
Com smartphones mais baratos, os consumidores querem encontrar empresas e até comprar sem precisar usar um computador. É preciso se adaptar, criar apps, ter um site amigável às telas dos celulares e até pensar em ações específicas para este meio.
“O site tem que ser responsivo, aparecer no celular, no tablet e no monitor do computador. Não vale mais a pena gastar dinheiro fazendo um site que não seja assim . Leva mais tempo, mas se vai adaptar depois custa muito mais”, explica Luz.
5. Não copie as grandes
Outro ponto importante na hora de pensar sua estratégia online é não copiar o que grandes empresas estão fazendo. “O contexto de PME é totalmente diferente”, indica Santos. A dica é observar como outras pequenas e médias empresas atuam nas redes. “A realidade é diferente. A grande empresa tem orçamento maior e métricas diferentes. Para pequenas, as métricas devem ser mais próximas de resultado de negócio do que de criar um buzz”, diz Santos.
6. Invista em atendimento
Se você faz vendas online, divulgue claramente como o cliente consegue entrar em contato com a empresa, seja para reclamações ou dúvidas. Isso ajuda a criar credibilidade e aumentar as vendas. “Tem que ter a informação do horário de atendimento e ir além das 17 horas. Muita gente compra fora do horário comercial e tem dúvidas”, diz Luz.
7. Cuide da infraestrutura
Um site bonito e funcional só vale a pena se a hospedagem suportar os acessos do público. Uma dica é se precaver durante épocas de grande fluxo de compras e promoções. Online, a concorrência fica ainda mais acessível ao cliente.
Preste atenção na velocidade e no compartilhamento de servidores. “A geração nova não tem paciência para esperar carregar. Se demora mais do que sete segundos, não aparece bem no Google”, indica Luz. Na hora de contratar o servidor, verifique se ele vai ser compartilhado com outros sites muito grandes. “Se está com alguém muito grande, o seu vai ficar mais lento”, afirma.
8. Conheça seu público
Na hora de criar materiais de divulgação, saiba identificar quais são as preferências do público. Se a ideia é fazer uma divulgação mais personalizada, conheça o histórico de compra do cliente. Luz explica que se o consumidor já comprou uma TV, você deve oferecer um home theater nas próximas ações e não a mesma TV mais barata. “O cliente mais importante é o que cliente que você já tem”, opina.
E ai, gostaram?!!
E aproveite essa grande ferramente e vamos rumos ao sucesso!! Vendedor 3.0!
Fonte: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/como-o-marketing-digital-pode-ajudar-seu-negocio?page=3
segunda-feira, 27 de maio de 2013
Como fazer anotações matadoras em eventos e palestras.
A grande verdade é que a maioria das pessoas gasta uma nota preta para ir até o evento X para assistir a palestra Y mas não consegue aproveitar tudo que poderia desses eventos porque não consegue transformar aquilo que está ouvindo em informação útil para passar para frente para decidir alguma coisa.
É realmente difícil assistir a uma palestra e automaticamente ou simultaneamente transformar a informação que você está escutando em algo que você pode usar depois.
Como resolver esse problema?
Tem que pedir ajuda para a tecnologia.
Vamos compartilhar com vocês as ferramentas para transformar as idéias que escutamos nas palestras em algo para usar imediatamente.
1. Notebook ou iPad. Para começar a história, papel de pão e caneta bic para tomar nota de palestra é o fim da picada. Se você realmente quer tomar nota de algo tem que usar um notebook ou um iPad. O notebook é melhor para escrever mais rápido, por outro lado, o iPad tem hoje apps muito legais que facilitam as anotações e transmissão das idéias. Eu escolho o iPad; além de ser mais prático de carregar, tem uma bateria que não termina quando a palestra acaba.
2. Audiotorium Class & Meeting Notes. O Audiotorium é um app para iPad show de bola que permite a você tomar nota das palestras no mesmo lugar que ele grava o áudio das palestras. Toda palestra que eu assisto eu gravo o áudio para escutar depois. Ele permite compartilhar as gravações via Dropbox. Ou seja, quando termina a palestra, você já pode encaminhar a gravação para os seus colegas e funcionários que não puderam assistir a palestra já com as suas anotações e recomendações.
3. O design das anotações é muito importante. A maneira que você toma nota é um detalhe muito importante na história toda. De nada adianta tomar nota das coisas se você anota tudo de maneira desorganizada. Seja no Audiotorium ou em outro lugar, eu sempre divido as minhas anotações em três partes: (1) O que o cara falou, (2) O que os outros falaram, (3) O que eu vou fazer. A imagem abaixo mostra esses tópicos já organizados para tomar nota de uma palestra que eu vou assistir na semana que vem.
4. Câmera Fotográfica. Uma coisa que eu não faço é copiar no audiotorium uma informação que está no slide do palestrante. Quando eu preciso copiar no Audiotorium exatamente o que o cara mostrou, eu tiro uma foto do slide que está sendo projetado. Para conseguir uma imagem melhor, eu sempre sento muito próximo do telão dos slides. Como a maioria das pessoas tem vergonha de sentar perto do palestrante, eu sempre encontro uma cadeira vaga me esperando. Hoje em dia eu tiro fotos com a câmera do próprio iPad. É muito mais prático. Na sequência eu pego a foto e já espalho nas redes sociais, ou já manipulo no Keynote.
5. Keynote do iPad ou PowerPoint do Notebook. O desafio do pós-evento é transmitir tudo que aprendemos no evento para quem trabalha conosco. Se você esperar voltar para casa para preparar uma apresentação de tudo que aprendeu, não vai rolar. Para evitar isso, eu já faço a apresentação que eu vou mostrar para outras pessoas na hora que está rolando a palestra. Uma vez que as fotos dos slides já foram capturadas na câmera do iPad, e as anotações já foram feitas no Audiotorium, terminou a palestra, eu crio os slides no Keynote em 15 minutos. Eu pego as fotos, e as anotações feitas no Audiotorium e meto bala.
6. Hashtag do Twitter. O ser humano normal não consegue captar tudo que está escutando. Enquanto estamos processando uma informação que nos chamou a atenção, os nossos ouvidos se fecham para o que está rolando na sequência. Uma maneira de capturar insights que talvez tenhamos perdido na palestra é através da hashtag do evento. Desenvolva o hábito de acompanhar as hashtags dos eventos que você participa no twitter e acrescentar o seu ponto de vista sobre o que está escutando. A primeira coisa que eu faço quando chego a um evento é descobrir qual será a sua hashtag para participar da conversa.
7. Storify. Quando o evento é grandioso, o número de tweets na hashtag é insano. Para facilitar a descoberta dos tweets mais interessantes, e organizá-los de maneira a contar uma história bacana de tudo que rolou, eu uso o app Storify no iPad. O Storify é fascinante. A tripa dos tweets fica um tesão dentro do Storify, e a galera com quem você compartilha curte muito.
8. Easel.ly. Que tal transformar as infos das palestras em infográficos instantâneos? O Easel.ly é um app baseado na web show de bola que permite a você criar infográficos iguais aqueles tantos que você vê circulando pela internet.
Já pensou você criando o seu próprio infográfico? Experimente o Easel.ly! Enquanto a galera vem com as anotações em papel de pão, você volta com as infos em gráficos show de bola. Que tal?
É muito importante transformar rapidamente tudo que você viu nas palestras em informações usáveis. Caso contrário você corre o risco de não obter retorno algum sobre o investimento que você fez em você mesmo durante o evento.
Gostou das idéias?
Como você toma notas das idéias captadas nas palestras?
Compartilha ai!
Fonte: http://www.bizrevolution.com.br
É realmente difícil assistir a uma palestra e automaticamente ou simultaneamente transformar a informação que você está escutando em algo que você pode usar depois.
Como resolver esse problema?
Tem que pedir ajuda para a tecnologia.
Vamos compartilhar com vocês as ferramentas para transformar as idéias que escutamos nas palestras em algo para usar imediatamente.
1. Notebook ou iPad. Para começar a história, papel de pão e caneta bic para tomar nota de palestra é o fim da picada. Se você realmente quer tomar nota de algo tem que usar um notebook ou um iPad. O notebook é melhor para escrever mais rápido, por outro lado, o iPad tem hoje apps muito legais que facilitam as anotações e transmissão das idéias. Eu escolho o iPad; além de ser mais prático de carregar, tem uma bateria que não termina quando a palestra acaba.
2. Audiotorium Class & Meeting Notes. O Audiotorium é um app para iPad show de bola que permite a você tomar nota das palestras no mesmo lugar que ele grava o áudio das palestras. Toda palestra que eu assisto eu gravo o áudio para escutar depois. Ele permite compartilhar as gravações via Dropbox. Ou seja, quando termina a palestra, você já pode encaminhar a gravação para os seus colegas e funcionários que não puderam assistir a palestra já com as suas anotações e recomendações.
3. O design das anotações é muito importante. A maneira que você toma nota é um detalhe muito importante na história toda. De nada adianta tomar nota das coisas se você anota tudo de maneira desorganizada. Seja no Audiotorium ou em outro lugar, eu sempre divido as minhas anotações em três partes: (1) O que o cara falou, (2) O que os outros falaram, (3) O que eu vou fazer. A imagem abaixo mostra esses tópicos já organizados para tomar nota de uma palestra que eu vou assistir na semana que vem.
4. Câmera Fotográfica. Uma coisa que eu não faço é copiar no audiotorium uma informação que está no slide do palestrante. Quando eu preciso copiar no Audiotorium exatamente o que o cara mostrou, eu tiro uma foto do slide que está sendo projetado. Para conseguir uma imagem melhor, eu sempre sento muito próximo do telão dos slides. Como a maioria das pessoas tem vergonha de sentar perto do palestrante, eu sempre encontro uma cadeira vaga me esperando. Hoje em dia eu tiro fotos com a câmera do próprio iPad. É muito mais prático. Na sequência eu pego a foto e já espalho nas redes sociais, ou já manipulo no Keynote.
5. Keynote do iPad ou PowerPoint do Notebook. O desafio do pós-evento é transmitir tudo que aprendemos no evento para quem trabalha conosco. Se você esperar voltar para casa para preparar uma apresentação de tudo que aprendeu, não vai rolar. Para evitar isso, eu já faço a apresentação que eu vou mostrar para outras pessoas na hora que está rolando a palestra. Uma vez que as fotos dos slides já foram capturadas na câmera do iPad, e as anotações já foram feitas no Audiotorium, terminou a palestra, eu crio os slides no Keynote em 15 minutos. Eu pego as fotos, e as anotações feitas no Audiotorium e meto bala.
6. Hashtag do Twitter. O ser humano normal não consegue captar tudo que está escutando. Enquanto estamos processando uma informação que nos chamou a atenção, os nossos ouvidos se fecham para o que está rolando na sequência. Uma maneira de capturar insights que talvez tenhamos perdido na palestra é através da hashtag do evento. Desenvolva o hábito de acompanhar as hashtags dos eventos que você participa no twitter e acrescentar o seu ponto de vista sobre o que está escutando. A primeira coisa que eu faço quando chego a um evento é descobrir qual será a sua hashtag para participar da conversa.
7. Storify. Quando o evento é grandioso, o número de tweets na hashtag é insano. Para facilitar a descoberta dos tweets mais interessantes, e organizá-los de maneira a contar uma história bacana de tudo que rolou, eu uso o app Storify no iPad. O Storify é fascinante. A tripa dos tweets fica um tesão dentro do Storify, e a galera com quem você compartilha curte muito.
8. Easel.ly. Que tal transformar as infos das palestras em infográficos instantâneos? O Easel.ly é um app baseado na web show de bola que permite a você criar infográficos iguais aqueles tantos que você vê circulando pela internet.
Já pensou você criando o seu próprio infográfico? Experimente o Easel.ly! Enquanto a galera vem com as anotações em papel de pão, você volta com as infos em gráficos show de bola. Que tal?
É muito importante transformar rapidamente tudo que você viu nas palestras em informações usáveis. Caso contrário você corre o risco de não obter retorno algum sobre o investimento que você fez em você mesmo durante o evento.
Gostou das idéias?
Como você toma notas das idéias captadas nas palestras?
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Fonte: http://www.bizrevolution.com.br
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